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“Um passado de um poente atrás”

970777_532030936852853_933093277_nDiego A. Fonseca, Ponta seca, 2013
Quase confundido com um quintal em que sabemos onde deixamos tudo. Mas não, é um caminho por onde passou muitos passos. Talvez confundido com referentes de conhecidos, um ambiente sólido e confiável.
O passeio público, tudo andava com balões, flores e pedalinho. A rua que se movia sem carro, a calçada que era confundida com gramado de pedra. Lago que havia peixes, carpas que comiam pipoca.
Na imagem gravada a personagem anda pendendo para a esquerda, em direção ao chão. O sorriso não existe, o balão é distração de olhos que escondem segredos. Há um portal no fundo, no terceiro plano que torna a imagem emblemática, em que a interioridade se desenvolve em três etapas. Essas três etapas são o nascimento, o desenvolvimento e o seu termino. A figura é levada por um momento de escolha e a desenvoltura se emprega nos passos.

“As coisas estão longe de ser todas tão tangíveis e dizíveis quanto se nos pretenderia fazer crer; a maior parte dos acontecimentos é inexprimível e ocorre num espaço em que nenhuma palavra nunca pisou.” Rilke

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