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Xilogravura Como Arte de Bibliofilia

 

MOVIMENTOS ARTÍSTICOS DO SÉCULO XX
A xilogravura como arte de bibliofilia
França – século XX
Raoul Dufy (1877 – 1953)

Editores como Ambroise Vollard e Skira encomendaram a grandes artistas a ilustração de textos literários para publicações especiais para bibliófilos. Raoul Dufy ilustrou com xilogravuras de clássica simplicidade, os textos de Guilhaume Apolinnaire (1880- 1918).

 

Alemanha – século XX
A Ponte

Em Dresden, um grupo de artistas essencialmente dedicados à xilogravura, fundou o Die Brücke(A ponte). Liderados por Erich Heckel (1883-1970) e Karl Schmidt Rottluff (1884-1976), o grupo permaneceu ativo por oito anos. A dedicação à xilogravura cujo estilo arrojado e vigoroso sobreviveu à perseguição de Hitler, pertence ao que se chama usualmente de Expressionismo. A dedicação dos artistas do grupo A Ponte ajudou a reviver a linguagem da arte na madeira.

 

O cavaleiro azul
Wassily Kandinsky (1866-1944)

Nascido em Moscou, foi o responsável pela criação do Der Blaue Reiter (Cavaleiro Azul) em 1919, grupo articulado por ele e por Franz Marc (1880-1916) que morreu na I Guerra Mundial. Os dois artistas exerceram uma forte influência em sua época e deixaram um legado às gerações futuras através da pedagogia que aplicaram na Bauhaus de Dessau. Novamente a xilogravura jogou uma parte importante nos dias iniciais do grupo.

 

Kate Kollwitz (1867-1945)

A artista trabalhou em metal, madeira e pedra. Durante a Alemanha de Hitler foi perseguida pelos nazistas por sua simpatia pelos trabalhadores e mendigos. A obra da artista abrange os aspectos mais cruciais da vida, pobreza e morte, fome e guerra. Seu trabalho é grandioso e exprime extrema compaixão pelos que sofrem.

 

Bélgica
Franz Masereel (1889-1971)

O artista, pacifista durante a I Guerra Mundial, transformou a xilogravura numa linguagem silenciosa através de suas novelas sem palavras Die Stat (A cidade), gravada e impressa em 1920,Landschaften und Stimmungen ( Paisagens e vozes) de 1929 . Sua obra essencialmente humanitária expressa sua profunda preocupação com os mais simples. Sua arte rejeitada por ser “política” condenava qualquer forma de escravidão, opressão, guerra e violência, injustiça e o poder do capitalismo
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