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Matriz Perdida de Picasso

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Desenvolvida por Picasso por volta de 1958, devido às dificuldades que enfrentou quando decidiu imprimir uma linoleogravura colorida com várias matrizes, uma para cada cor. Havia os inconvenientes da impressão o que acarretava variações de formas e de cor entre uma prova e outra. Na técnica da “Matriz Perdida”, o artista imprime cada cor por sua vez, cavando a cada nova impressão, e assim consegue um trabalho final mais satisfatório. Após o término de todas as impressões, a matriz já não pode ser reaproveitada, devido aos vários cortes que sofreu. É, portanto, uma questão de virtuosismo mental, função direta do número de cores: o artista deve não só pensar intensamente em suas cores, como ter as formas dessas cores em sua imaginação.
Picasso adotou esse método de trabalho surpreendente, que vem ilustrar a genial evolução mental de sua criatividade! Este procedimento, além de revolucionar a estampagem a cores, contribuiu para dignificar uma técnica que era muito pouco considerada.

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