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O SUJEITO POLÍTICO FEMININO NAS TRILHAS DE MEMÓRIA DA XILOGRAVURA DE CORDEL

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Tese:

A “Besta-fera”, o Padre Cícero e o Juazeiro. O nosso referencial teórico pauta-se, principalmente, na articulação entre as questões encetadas por Foucault (1995,1997a, 2000), cujas preocupações apontavam para a relação entre os poderes/saberes, responsáveis, principalmente, pela produção das subjetividades contemporâneas, e os postulados do “grupo em torno de Michel Pêcheux”, que considera as identidades sociais não como elementos estanques, dados a priori, mas antes de tudo como “processos identitários”, constituídos no e pelo discurso. O trabalho consta, pois, de uma análise dos mecanismos de constituição do discurso político, particularmente, dos efeitos de sentido de “verdade” nesse tipo de discurso, verificando como esse jogo de máscaras “verdade/mentira” produz a(s) identidade(s) do(s) sujeito(s) político(s), mais especificamente, no folheto em tela, do sujeito político feminino. Para tanto, procedemos à análise da xilogravura da capa do polêmico folheto “Engana-me que eu gosto”, de Abraão Batista, que circulou em Juazeiro do Norte-CE, por ocasião das eleições para prefeito dessa cidade em 2000, o qual foi, posteriormente, interditado judicialmente

Completo: http://www.abralin.org/site/data/uploads/revistas/2009-vol-8-n-1/claudiarejanne.pdf

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