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DISFORMIDADES: gravura, imaginação e inovação

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Este artigo apresenta alguns procedimentos alternativos não-tóxicos utilizados para produzir imagens na gravura em metal. Estas alternativas apontam reformulações possíveis de serem feitas na gravura contemporânea, tanto na poética quanto na técnica, e assumem um valor „disforme‟ de criar e (re)criar as gravuras tradicionais. Palavras-chave:Gravura, disforme, inovação Introdução Risos, deboches, sátiras…Irreverência e filosofia… Crítica e poesia…“Gravurando” e recortando! Montando e deformando! Desta forma inicia-se o texto cujo intuito é pura e simplesmente dizer que “sim”! Dizer que pode! Dizer que é permitido! Pois bem, o que é tão possível assim? Vejamos…No período dadaísta, Tzara, em uma entrevista à rádio francesa no ano de 1950, dizia que “para compreender como nasceu dadá é preciso imaginar”. Esta fala não foi em vão, pois partindo de um dos grandes ícones da vanguarda dadaísta, já era de se esperar que este período fosse exatamente isso: imaginação! Imaginação que vem de sonho que leva a delírio que caminha com devaneio que remete à subjetividade. Sim, subjetividade! Tudo o que é subjetivo é muito amplo e o dadaísmo foi isso. Foi um período em que houve uma intensa amplitude do “fazer arte”

Artigo completo: http://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/Arte/article/viewFile/23/19

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