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GRAVURA: SUPORTE PARA A EXPANSÃO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO, MERCADO E CONSUMO

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A informação vem se reproduzindo e disseminando pelo mundo de diferentes formas. Na sociedade contemporânea, os meios digitais apresentam-se como os principais elementos para a transmissão de dados e troca de informações. No entanto, o presente estudo retoma algumas reflexões sobre um dos mais antigos meios de reprodução e circulação da informação, a gravura. A gravura está presente na história dos meios de comunicação e da arte como um artefato valioso que utilizou cronologicamente da madeira, do metal e da pedra para expandir nas formas de reprodução da escrita e da imagem. Trouxe contribuições significativas para o desenvolvimento dos processos gráficos. Inicialmente, observa-se do ponto de vista histórico, que a gravura foi utilizada na China, para a estampagem da seda e em seguida utilizada na impressão tabular, substituindo então, os livros medievais caligrafados. Segundo Dasilva (1976), na China e na Pérsia desde os tempos mais primitivos foi empregado o estêncil para estampar os tecidos. No século II a.C., os chineses já imprimiam no pergaminho, usando como matriz a pedra cavada por sulcos. A gravura no Ocidente surgiu a partir do século XV com a imagem impressa e a sua própria reprodução. O processo de gravação ocorria inicialmente com a xilogravura, tornando possível copiar a imagem diversas vezes. Sobre as técnicas de gravação e seus processos de produção, pontuamos alguns aspectos. Inicialmente com a xilogravura, que é a técnica por meio da qual são feitas as matrizes de madeira para a sua impressão. […] “os europeus utilizaram intensamente a xilogravura para produzir imagens sacras – santinhos – e cartas de baralho, em papel pergaminho” (COSTELLA, 2006: 35). A gravura em metal surge no século XV, porém ganhou força a partir do século XVI, podendo ser feita por processos distintos como a água tinta, a água forte e a maneira negra, ela alcançou um nível maior de precisão das imagens com traços mais delicados, aspectos que não estavam presentes na gravação sobre madeira.

Artigo: http://www.cambiassu.ufma.br/cambi_2011/frederico.pdf

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